A Polícia Federal demitiu dois de seus agentes, Pedro Henrique Cooke de Alencar Lins, 32 anos, e Bruno Horn, 37, conforme publicado no Diário Oficial da União no dia 11 de dezembro de 2025, por supostas infrações disciplinares relacionadas à atuação em magistério e administração de empresa.
“Não me arrependo de nada. Sempre acreditamos no nosso trabalho, com transparência e honestidade.”
Ele conheceu Bruno Horn durante essa preparação. Bruno, que se destacou como segundo colocado nacional em outro concurso, também aplicava técnicas avançadas de aprendizagem.
“Nosso papel fático era ligar a câmera e ministrar aula para um grupo de alunos. Algumas aulas eram ao vivo, outras gravadas. Todo o restante da administração do curso era feito por outros sócios”, explicou.
No entanto, segundo a PF, tal atuação contraria as regras para ser servidor do quadro da instituição.
Processo de demissão
O s procedimentos semelhantes analisados por comissões diferentes. Apesar da demissão, Cooke mantém confiança na legalidade de sua atuação e estuda os próximos passos com advogados a fim de retomar o cargo judicialmente.
“Na questão do mérito, a gente conseguiria, sem problema nenhum, provavelmente por conta de todas as autorizações, provas testemunhais e documentais que não foram analisadas”, afirmou.
Cooke reforça que toda a atividade sempre foi feita com autorização da corporação e entendida como magistério. “Nunca tivemos problemas com o órgão. Entretanto, de uma hora para outra, passaram a considerar que não era mais magistério. O mais curioso é que, durante o processo disciplinar, nossa autorização foi renovada”, disse.



