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PP lança Arthur Lira como candidato ao Senado por Alagoas

Por G1

A Federação União Progressista (PP/União Brasil) confirmou a candidatura de Arthur Lira como candidato ao Senado por Alagoas. A decisão foi tomada durante convenção realizada neste domingo (2), em Maceió.

Arthur Lira, de 57 anos, é deputado federal pelo PP de Alagoas e está no quarto mandato consecutivo. Presidiu a Câmara dos Deputados entre 2021 e 2025 e, antes de chegar ao Congresso, foi vereador por Maceió e deputado estadual.

“Nossa disposição é de nos aproximar, ouvir e usar toda a experiência adquirida ao longo de 16 anos em Brasília, nos cargos que ocupamos graças ao voto dos alagoanos, para tornar Alagoas mais forte no Senado e fazer o alagoano sentir, no dia a dia, o peso da caneta de um senador”, disse Lira.

🗓️Calendário de convenções

As convenções são os eventos em que os filiados dos partidos se reúnem para escolher os candidatos nas eleições. A data limite é 5 de agosto.

Na sequência, os nomes devem ser registrados no Tribunal Superior (TSE) até o dia 15 de agosto. A campanha eleitoral começa oficialmente no dia seguinte.

Nas eleições deste ano, em 4º de outubro, os brasileiros vão votar para:

  • presidente;
  • governador;
  • Senado (duas vagas por estado);
  • deputado federal;
  • deputado estadual;

Trajetória de Arthur Lira

Arthur Lira, de 57 anos, nasceu em Maceió e é deputado federal pelo PP de Alagoas. Filho do ex-senador Benedito de Lira, é formado em Direito pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), empresário e agropecuarista.

Na Câmara, se tornou uma das principais lideranças do Centrão. Foi líder do PP, presidiu a Comissão de Constituição e Justiça e comandou a Câmara dos Deputados entre 2021 e 2025. Atualmente, está no quarto mandato federal.

Lira foi investigado na Operação Taturana, que apurou desvios na Assembleia Legislativa de Alagoas. Condenações por improbidade foram anuladas pelo Superior Tribunal de Justiça por falhas processuais, sem análise definitiva sobre as acusações.

Também respondeu a denúncias relacionadas à Operação Lava Jato, mas as acusações foram rejeitadas pelo Supremo Tribunal Federal por falta de provas ou de justa causa. Em outro processo, por violência doméstica contra uma ex-companheira, foi absolvido pelo STF em 2015 por insuficiência de provas.